Sociedade Artística Maranguapense

O prédio histórico, encravado na esquina da Rua Major Agostinho com Cel.Afro Campos, foi construído como obra emergencial da grande seca de 1877/79.

O imóvel incorporado à Lei 1754/ 2003 de Proteção do Patrimônio Histórico Cultural e Turístico do Município é um significativo exemplar da arquitetura colonial do século XIX.

A edificação térrea construída de tijolo e telha possui 10 portas, nove janelas e 11 falsas janelas.

O destino lhe reservou para função de abrigo à educação, cultura e arte. Foi sede da Sociedade de Artistas, funcionou como Teatro São José; foi no palco da Artística que a Legião Cesrense do Trabalho divulgou suas ideias.

No passado foi escolhido o melhor recinto para os grupos de atores amadores de Maranguape apresentarem seus dramas.

Debaixo do teto da Sociedade Artística foram realizados grandes bailes carnavalescos, manifestações políticas e a promoção de alunos de escolas pública e privada.

No ano de 1962 , a União doou o imóvel para o município para a criação de uma biblioteca. O projeto não se concretizou. O espaço se transformou em oficinas de marceneiros, carpinteiros e artesãos.

Em 2004, a Prefeitura com recursos municipais e de outras fontes iniciou a restauração da Artística e em setembro de 2005 se deu a inauguração do prédio, que recebeu o Núcleo de Artes, Educação e Cultura para o desenvolvimento de atividades da Orquestra de Cordas, Teatro, Estúdio Fonográfico, Banda de Música Municipal.

Atualmente a Sociedade Artística funciona com um pequeno teatro público, possui uma sala de espetáculo com capacidade para 130 pessoas, palco, espaços de bastidores, camarim, banheiros (masc. e fem.). Dispõe de uma recepção, sala de música – lugar de ensaios da Orquestra Municipal.